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colando com marias

estive na MariaLab, coletiva hacker feminista, para falar da tecnologia da colagem, mas não foi só. falamos da cidade como lugar de expressão, de arte e de diálogo. falamos dessa necessidade de intervir. de abrir, juntar, ouvir, ocupar. ao final fico sempre com o sentimento de que tesoura, cola e papel podem tanto açucarar ideias quanto arrombar portões.

a poesia corta e cura.