colando com marias

fim de abril, um outro mês se abrindo e os trabalhos continuam.

estive na MariaLab, coletiva hacker feminista e espaço de acolhimento baseado em políticas anti-opressão falando da tecnologia da colagem, mas não só. falamos da cidade como lugar de expressão, de arte e de diálogo. falamos dessa necessidade de intervir. de abrir, juntar, ouvir, ocupar.

ao final fico sempre com o sentimento de que tesoura, cola e papel podem tanto açucarar ideias quanto arrombar portões. a poesia corta e cura. arre, e eu que já nem sei de mim.

intervenção serra_mar

na passagem do ano passei por três estados.
abracei e beijei um monte de gente amada, contemplei pedras enormes, ouvi segredos, conheci estradas, tomei banhos gelados e tomei chuva. vi a chuva se dissipar e dar lugar a lua cheia. vi o céu brilhar.

e aproveitei para brincar com meus recortes.
aqui vão os microcontos dessa viagem:

papa Chico

nada como uma comemoração coletiva, quente, lotada, colorida, vibrante, musical, cantante, com batuque e que lava a alma. que sorte fazer parte, mas que grande sorte!
viva Chico, viva Mama África e “vida longa à presença africana no Brasil”.

salve!

vídeo_Georgia Branco