escrever memórias

entre janeiro e fevereiro deste ano participei de uma série de encontros da oficina de escrita da memória, realizada pela querida Giselle Rocha no Museu da Pessoa.

depois da experiência de dividir memórias no círculo de histórias, todos redigem, todos editam. ao final, temos um livro, o qual ilustrei a capa.
lá estão histórias sobre a infância, a família, o amor e sobre ser.

meu texto, como microcontos nascem, conta de uma memória recente, uma memória que está ainda sendo desenhada e, espero, defina meu ser. meu ser-estar nesse espaço-tempo.

 

 

mais poesia, por favor

 

nova parceria com a Socialista Morena – que agora cresceu, está de cara nova e cool e linda, mais morena que nunca!

desta vez ilustrei um poema do Airton Bovo:

Matemática
A escritura do terreno,
a mensalidade da escola das crianças,
o cheque que não foi,
o telefonema para falar do advogado e do contador.
No lugar da emoção, uma conversa tática.
Do nosso amor o que restou é matemática.

este e outros poemas estão sendo lançados em Portugal em livro do mesmo nome.
leia-os aqui.

continuum

eu sei, eu sei. foi escrito há mais de 25 anos mas só neste ano comprei “o poder do mito”, de Joseph Campbell.

a livraria não consegue me entregar, tá difícil por a mão nele mas sim, ele está a caminho. pelo que entendi é um livro-entrevista, assim como “o ócio criativo” do Domenico de Masi, ou seja, uma reunião de conversas entre autor e jornalista sobre vários temas.

o que mais ouço falar é sobre a parte da trajetória do herói. estou curiosa para ler.

corta.

tarde de ontem, calor. estava pesquisando referências para um trabalho e achei esse vídeo aqui.

eu sei, eu sei. sincronias. por mais comuns que sejam, elas sempre me espantam.

 

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