o barão alemão

desde que assisti pela primeira vez o filme ‘As aventuras do Barão de Munchausen’, penso no nobre canastrão.

por ele ser um fantástico contador de histórias fantásticas? porque ele é um mentiroso gente fina? ou pelo fato de o filme ser lindo e ter Uma Thurman como Venus?

acho que por causa, principalmente, de ele ser todo sobre imaginação.

o barão realmente existiu, e inspirou livros e filmes. o mais recente é a versão ilustrada por Rafael Coutinho, filho da cartunista Laerte, As surpreendentes aventuras do Barão de Munchausen. para fazer coração e mente sorrir.

(o filme do ex-Monty Python Terry Gilliam é este aqui. se não viu, sempre é tempo de aventurar-se.)

imagem_Rafael Coutinho

walken wild

quando penso em Christopher Walken penso em A lenda do cavaleiro sem cabeça.
e de sua passagem surreal em Pulp Fiction (ele guarda o relógio no c* por 2 anos).
mas também me lembro dele como contador de histórias.

aqui você ouve o maluco lendo o livro Onde vivem os monstros (Where the wild things are, de Maurice Sendak, escritor e ilustrador americano).
por sua vez, este livro virou um filme lindo, do Spike Jonze… mas isso é uma outra história.

 

imagem_ bro council