maré delas

em fevereiro o Sesc Bertioga me convidou para participar do Maré Delas, uma programação socioeducativa, cultural e esportiva voltada ao protagonismo de mulheres em diferentes áreas da sociedade. a ideia era realizar oficinas de lambes e arte urbana. e a ideia se concretizou no último fim de semana e não poderia ter sido mais lindo. lindo por causa da resistência através da expressão e da poesia, lindo por causa das mulheres, homens e crianças que participaram, lindo pela experiência de trabalhar para e num lugar que respeita seu trabalho.

foram duas oficinas, uma dentro do Sesc e outra na pista de skate da cidade – e a programação continua por todo o mês de maio, com cinema, teatro, dança, torneios. de quebra, eu conheci um lugar incrível – o Sesc Bertioga é uma colônia de férias em uma RPPN, Reserva Particular de Patrimônio Natural, dentro da Mata Atlântica – e fiz parte de um movimento que não tem limite, mesmo que alguns insistam em boicotar: a construção de cidadãos através da arte e da educação.

feirantes reunidos

dezembro, fim de ano. respira, tem uma onda enorme se aproximando, seu nome é dezenove. vamos pra frente, juntos, resistindo e colando, colando e escrevendo, escrevendo e imaginando, imaginando e fazendo. turma reunida, clube, ideias, um espaço, todos os muros. a cidade para as pessoas. vamos de poesia e cantando. vai ter nós e vai ter voz. vem, 2019, estamos aqui, estamos fortes.

lambendo na jornada

foi adiada mas aconteceu, e eu estava lá: a jornada de comunicação do IFSul teve lambe, teve sim. teve aluno de dentro do instituto, de fora, gente que veio novamente. depois teve roda de conversa, café, carinho, mineiros e paulistas, pessoas diferentes e únicas e interessadas e comprometidas em fazer, mudar, agitar, sair do lugar.

sacode a poeira, canta pra subir, desembucha, vai, não dorme de touca. a vida está passando e não pede permissão. a gente também não.