lambendo na jornada

foi adiada mas aconteceu, e eu estava lá: a jornada de comunicação do IFSul teve lambe, teve sim. teve aluno de dentro do instituto, de fora, gente que veio novamente. depois teve roda de conversa, café, carinho, mineiros e paulistas, pessoas diferentes e únicas e interessadas e comprometidas em fazer, mudar, agitar, sair do lugar.

sacode a poeira, canta pra subir, desembucha, vai, não dorme de touca. a vida está passando e não pede permissão. a gente também não.

na abertura da vulva

dezembro chega que chega abalando, sempre foi assim. para uma sagitariana, então… olha. nem falo nada.
dia 2 teve a inauguração do espaço vulva e lá fomos nós, minhas colagens e eu, prestigiar sua abertura. amigos aparecem, novos amigos acenam, abrem-se mais lugares de beleza nos olhos, gatos seduzem e nos guardam daquele jeito que os felinos fazem e eu não sei explicar.

outras exposições estão a caminho, assim como um outro ano, que já perfuma o ambiente. 2018 tem cheiro de ventos do norte. para você ele exala o que? já começou a sentir?

gilete na alma

e dessa vez a oficina de lambe aconteceu no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, com participantes do programa Jovens Urbanos. além de falar de expressão, arte de rua e identidade, cada jovem criou um lambe-lambe para divulgar seu projeto final – o dessa turma intitulado gilete na alma.

vou lá para ensinar mas quem aprende sou eu – e isso, definitivamente, não é um clichê.