crap noir, uma série

paranoia, assombro, intriga.
e um punhado de sangue.
os filmes noir sempre foram simbólicos para Giovana.
sem muito delinear quando, ela começou a carregar para a fotografia, essa linguagem atemporal forjada na luz, o espírito da sombra noir.
noir é seu cacoete preferido, talvez.
tanto que me contaminou para emprestar palavras às fotografias e assim tornar tudo mais enevoado.
então criamos capítulos de uma série fotográfica obscura, o crap noir.
costuramos um a um e fomos com eles participar da foto feira cavalete no fim de junho, no MIS.
uma viagem unir palavras e imagens e não fazer isso só.
avante noir, avante sonhar.

 

imagens_ Giovana Pasquini

fotolivro

pensamentos e palavras são como ímãs?

ontem estava conversando com uma amiga sobre seu projeto para um livro de fotografias.

hoje, sem querer, conheço um fotolivro que, em 2014, foi escolhido pela revista Time com um dos melhores do ano.

chama-se Centro e foi fotografado, editado e produzido pelo fotógrafo paulista Felipe Russo.

muito interessante a entrevista em que ele conta sobre a etapa que acha mais importante, “a escolha e o sequenciamento das imagens”. era sobre exatamente isso que conversávamos. e sobre o título que ela vai escolher.

espero, em breve, mostrar o livro dela aqui.

e viva os ímãs.