crap noir na feira

paranoia, assombro, intriga.
e um punhado de sangue.
os filmes noir sempre foram simbólicos para Giovana.
sem muito delinear quando, ela começou a carregar para a fotografia, essa linguagem atemporal forjada na luz, o espírito da sombra noir.
noir é seu cacoete preferido, talvez.
tanto que me contaminou para emprestar palavras às fotografias e assim tornar tudo mais enevoado.
então criamos capítulos de uma série fotográfica obscura, o crap noir.
costuramos um a um e fomos com eles participar da foto feira cavalete no fim de junho, no MIS.
uma viagem unir palavras e imagens e não fazer isso só.
avante noir, avante sonhar.

 

imagens_ Giovana Pasquini

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