ana persona no concreto

no começo deste ano fui convidada pelo Baixo Ribeiro – fundador e curador da galeria Choque Cultural a fazer parte do primeiro festival de Poesia no concreto.

participam diversos artistas que usam a cidade para nela colocar poesia. em forma de lambe, estêncil e grafite, povoamos com textos, imagens e ideias as ruas da Vila Madalena.

participei com meus microcontos visuais, que nasceram de uma justaposição: histórias que há tempos invento, mais imagens que imagino, resultando em colagens.

desde então, 2016 virou um ano experimental pra mim, um espaço onde dou vazão a tantas coisas que habitam minha cabeça e principalmente, minha garganta.

agora esses microcontos estão tomando forma além dos lambes: já viraram postais, cartazes, fotomontagens; já convidei artista para ilustrar conto, já participei de rolês, fui selecionada para feiras, fui convidada para roda de histórias e não paro de criar e colar. como disse o Baixo, experimento “narrativas sem começo-meio-fim.” estilo minha mente.

aqui, mais informação sobre poesia no site da Choque Cultural: poesia urbana e lambe-lambes.

já imaginou? que doidera.

imagem_ jpuerro

 

circuito grude 2016

no começo de julho participei do circuito grude 2016, uma colagem coletiva de lambes de artistas independentes que aconteceu simultaneamente em 14 cidades do Brasil.

saiu em vários veículos das respectivas cidades, se liga: em Teresina, Brasília, Fortaleza e Curitiba.

o registro de nosso rolê aqui em SP está aqui.

e abaixo uma seleção dos momentos incríveis que passei na rua, ao lado de gente atuante e inspiradora.