a cola resiste

o Brasil com a democracia na UTI mas a gente não pode parar. tenho pensado muito nisso – enquanto o mundo passava por grandes guerras, as do século passado, por exemplo – a arte pulsava como nunca. Matisse, Gertrude Stein, Hanna Höch, Duchamp. todo mundo produzindo sem parar, não se pode parar, nunca nunca esmorecer, continuar a lutar, sempre em frente, nada é inédito e glórias e fracassos se repetem repetem repetem :::: entro num looping contínuo de descrença e resistência e fúria e produção. não podemos parar.

ufa, o assunto era o club cola. tivemos o segundo encontro na Choque Cultural e foi maneiro como sempre é. a gente NÃO PODE DESISTIR DE CRIAR. NUNCA.

 

vagina cortada

sobre  ‘ponto do marido’: (…) “há três problemas com o corte: não há evidências científicas de que ele seja necessário, ele não pode ser feito sem autorização das mulheres e a costura em hipótese alguma deveria se estender além do necessário, muito menos com objetivo de apertar vaginas e satisfazer homens”.

leiam matéria-alerta-denúncia que ilustrei para The Intercept Brasil sobre a prática da episiotomia no Brasil. jornalismo que respeito.