32ª bienal

eu não perco a bienal de arte por nada.

não perco e vou várias vezes para tentar dar conta.

e resolvi fazer alguns textos sobre ela.

critério é simples: aquilo que me chamou a atenção e foi embora comigo.

 

Charlotte Johannesson é uma septuagenária, como minha mãe. começou fazendo tapeçaria e depois engendrou-se pela arte digital, lá pelos anos em que nasci.

nos anos 80, junto a seu marido, também artista visual e fotógrafo, criou o primeiro laboratório de arte digital da Suécia, país de origem dos dois.

seus tapetes aqui na bienal tem aquela característica que não sei explicar (nem vou mencionar os cartazes, uma viagem a parte), só digo que puxaram meus olhos e fiquei lá.

além de ser pioneira, quase experimental na arte gráfica digital, descubro também que era uma figura importante da contracultura sueca. no começo dos anos 60, ela funda sua oficina/estúdio: a ele dá o nome de ‘cannabis’.

respiro satisfeita, está explicada minha paixão.

imagens_ galleri petra, mafia-hunt, 32bienal

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